De como Carlos se fez barão.--Fim da historia de
Joanninha.--Georgina abbadessa.--Juizo de Fr. Diniz sôbre a questão
dos frades e dos barões.--Que não póde tornar a ser o que foi, mas
muito menos póde ser o que é. O que hade ser, Deus o sabe e
proverá.--Vai o A. dormir ao Cartaxo.--Sonho que ahi tem.--Volta a
Lisboa.--Caminhos de ferro e de papel.--Conclusão da viagem e
d'este livro.
Acabei de ler a carta de Carlos, intreguei-a a Fr. Diniz em silencio. Elle tornou-me:
--'Leu?'
--'Li.'
--'Que mais quer saber? Sinto que lhe posso dizer tudo: não o conheço, mas...'
--'Mas deve conhecer-me por um homem que se interessa vivamente...'
--'Em quê? nas eleições, na agiotagem, nos bens nacionaes?'
--'Não senhor. Fui camarada de Carlos, não o vejo ha muitos annos e...'
--'Nem o conhecia se o visse agora: ingordou, inriqueceu, e é barão...'
--'Barão!'
--'É barão, e vai ser deputado qualquer dia.'
--'Que transformação! Como se fez isso, sancto Deus! E Joanninha e Georgina?'
--'Joanninha inlouqueceu e morreu. Georgina é abbadessa de um convento em Inglaterra.'
--'Abbadessa?'
--'Sim. Converteu-se á communhão catholica; era ricca, fundou um convento em ----shire e lá está servindo a Deus.'
--'E ésta pobre senhora, a avó de Joanninha?'
--'Ahi está como a ve, morta de alma para tudo. Não ve, não ouve, não falla, e não conhece ninguem. Joanninha veio morrer aqui n'esta fatal casa do valle, eu estava ausente, expirou nos braços d'ella e de Georgina. Desde esse instante a avó cahiu n'aquelle estado. Está morta, e não espero aqui senão a dissolução do corpo para o interrar, se eu não for primeiro, e Deus queira que não! quem hade tomar conta d'ella, ter charidade com a pobre da demente? Mas depois... oh! depois... espero no Senhor que se compadeça emfim de tanto soffrer e me leve para si.'
--'Mas Carlos?'
--'Carlos é barão: não lh'o disse ja?'
--'Mas por ser barão?..'
--'Não sabe o que é ser barão?'
--'Oh se sei! Tam poucos temos nós?'
--'Pois barão é o succedaneo dos...'
--'Dos frades... Ruim substituição!'
--'Vi um dos taes papeis liberaes em que isso vinha: e é a unica coisa que leio d'essas ha muitos annos. Mas fizeram-m'o ler.'
--'E que lhe pareceu?'
--'Bem escripto e com verdade. Tivemos culpa nós, é certo; mas os liberaes não tiveram menos.'
--'Errámos ambos.'
--'Errámos e sem remedio. A sociedade ja não é o que foi, não póde tornar a ser o que era;--mas muito menos ainda póde ser o que é. O que hade ser, não sei. Deus proverá.'
Ditto isto, o frade benzeu-se, pegou no seu breviario e poz-se a rezar. A velha dobava sempre, sempre. Eu levantei-me, contemplei-os ambos alguns segundos. Nenhum me deu mais attenção nem pareceu conscio da minha estada alli.
Sentia-me como na presença da morte e atterrei-me.
Fiz um esfôrço sôbre mim, fui deliberadamente ao meu cavallo, montei, piquei desesperado d'esporas, e não parei senão no Cartaxo.
Incontrei alli os meus companheiros; era tarde, fomos ficar fóra da villa á hospedeira casa do Sr. L. S.
Rimos e folgámos até alta noite: o resto dormimos a somno sôlto.
Mas eu sonhei com o frade, com a velha—e com uma enorme constellação de barões que luzia n'um ceu de papel, d'onde choviam, como farrapos de neve, n'uma noite pollar, notas azues, verdes, brancas, amarellas, de todas as côres e matizes possiveis. Eram milhões e milhões e milhões...
Nunca vi tanto milhão, nem ouvi fallar de tanta riqueza senão nas mil e uma noites.
Acordei no outro dia e não vi nada... so uns pobres que pediam esmola á porta.
Metti a mão na algibeira, e não achei senão notas... papeis!
Parti para Lisboa cheio de agoiros, de inguiços e de tristes presentimentos.
O vapor vinha quasi vazio, mas nem por isso andou mais depressa.
Eram boas cinco horas da tarde quando desimbarcámos no Terreiro-do-Paço.
Assim terminou a nossa viagem a Santarem: e assim termina este livro.
Tenho visto alguma coisa do mundo, e apontado alguma coisa do que vi. De todas quantas viagens porêm fiz, as que mais me interessaram sempre foram as viagens na minha terra.
Se assim o pensares, leitor benevolo, quem sabe? póde ser que eu tome outra vez o bordão de romeiro, e va perigrinando por esse Portugal fóra, em busca de historias para te contar.
Nos caminhos de ferro dos barões é que eu juro não andar.
Escusada é a jura porêm.
Se as estradas fossem de papel, fa-las-iam, não digo que não.
Mas de metal!
Que tenha o govêrno juizo, que as faça de pedra, que póde, e viajaremos com muito prazer e com muita utilidade e proveito na nossa boa terra.
NOTAS
NOTAS
AO LIVRO SEGUNDO.
Nota A.
Ficámos sem Nibelungen
pag. 3.
Collecção de antigas rhapsodias germanicas contendo o maravilhoso e poetico de suas origens historicas e que é para os povos theutonicos o que era a Ilíada para os hellenos. So se não sabe o nome do Homero allemão que as redigiu e uniformizou como hoje se acham.
Nota B.
Caranguejar para as Lamas
pag. 3.
Fundo baixo do Tejo, ao longo da praia de Sanctos, que tem este nome e é onde vão apodrecer as carcassas dos navios velhos e ja inuteis.
Nota C.
Os pés no fender
pag. 4.
Fender se chama em inglez a pequena e baixa tea de metal que defende o fogão nas salas, paraque não caiam brazas nos sobrados. Descançam n'elle os pés naturalmente quando a gente se está confortavelmente aquecendo em liberdade.
Nota D.
Perfumados resplendores do Old sack
pag. 5.
Tem-se disputado muito sôbre qual seja a bebida espirituosa celebrada por Shakspeare tantas vezes com este nome. A opinião mais acceita é que fosse boa e velha aguardente de França.
Nota E.
Renegaram de San'Tiago por castelhano
pag. 5.
O grito de guerra commum a todas as nações christans hespanholas era: San'Tiago! Quando na accessão da casa de Avis nos alliámos intimamente com a Inglaterra contra Castella, começámos a invocar San'Jorge.
Nota F.
Vacca e riso de Fr. Bartholomeu dos Martyres
pag. 9.
Singela e original expressão do sancto arcebispo n'uma carta de convite a um seu amigo. Fez-se, como devia ser, proverbial ésta phrase.
Nota G.
Feliz expressão do Sr. Conde de Raczinski
pag. 124.
Na sua obra intitulada 'Les arts en Portugal', Paris 1845.
Nota H.
O centro perde o centro de gravidade, o barbas arrepella as barbas
pag. 127.
Centro e barbas são qualificações e nomes de impregos theatraes.
INDICE.
Capitulo XXVI—Modo de ler os auctores antigos, e os modernos tambem.--Horacio na sacra-via.--Duarte Nunes iconoclasta da nossa historia.--A policia e os barcos de vapor.--Os vandalos do feliz systema que nos rege.--Shakspeare lido em Inglaterra a um bom fogo, com um copo de old-sack sôbre a banca.--Sir John Falstaff se foi maior homem que Sancho-Pansa?--Grande e importante descuberta archeologica sôbre San'Tiago, San'Jorge e Sir John Falstaff.--Próva-se a vinda d'este último a Portugal.--O enthusiasta britannico no tumulo de Heloisa e Abeillard no Père-la-Chaise.--Bentham e Camões.--Chega o auctor á sua janella, e pasmosa miragem poetica produzida por umas oitavas dos Lusiadas.--De como em fim proseguem éstas viagens para Santarem, e que feito será de Joanninha. 1
Capitulo XXVII—Chegada a Santarem.--Olivaes de Santarem.--Fóra-de-Villa.--Symetria que não é para os olhos.--Modo de medir os versos da biblia.--Architectura pedante do seculo XVII.--Entrada na Alcáçova. 11
Capitulo XXVIII—Depois de muito procurar acha em fim o auctor a egreja de Sancta-Maria d'Alcáçova.--Stylo da architectura nacional perdido.--O terremoto de 1755, o marquez de Pombal e o chafariz do Passeio-público de Lisboa.--O chefe do partido progressista portuguez no alcassar de D. Affonso Henriques.--Deliciosa vista dos arredores de Santarem observada de uma janella da Alcáçova, de manhan.--É tomado o auctor de ideas vagas, poeticas, phantasticas como um sonho.--Introducção do Fausto.--Difficuldade de traduzir os versos germanicos nos nossos dialectos romanos. 19
Capitulo XXIX—Doçuras da vida.--Imaginação e sentimento.--Poetas que morreram moços e poetas que morreram velhos.--Como são escriptas éstas viagens.--Livro de pedra. Criança que brinca com elle.--Ruinas e reparações.--Idea fixa do A. em coisas d'arte e litterarias.--Sancta Iria ou Irene, e Sanctarem.--Romance de Sancta Iria.--Quantas sanctas ha em Portugal d'este nome? 29
Capitulo XXX—Historia de Sancta Iria segundo os chronistas e segundo o romance popular. 39
Capitulo XXXI—Quommodo sedet sola civitas.--Santarem.--Portugal em verso e Portugal em prosa.--Exquisito lavor de umas portas e janellas de architectura mosarabe.--Busto de D. Affonso Henriques.--As salgadeiras de Affrica.--Porta do Sol.--Muralhas de Santarem.--Voltemos á historia de Fr. Diniz e da menina dos olhos verdes. 49
Capitulo XXXII—Tornâmos á historia do Joanninha.--Preparativos de guerra.--A morte.--Carlos ferido e prisioneiro.--O hospital.--O infermeiro.--Georgina. 55
Capitulo XXXIII—Carlos e Georgina. Explicação.--Ja te não amo! palavra terrivel.--Que o amor verdadeiro não é cego.--Frade no caso outra vez. Ecce iterum Crispinus; ca está o nosso Fr. Diniz comnosco. 69
Capitulo XXXIV—Carlos, Georgina e Fr. Diniz.--A peripecia do drama. 79
Capitulo XXXV—Reunião de toda a familia.--Explicação dos mysterios.--O coração da mulher.--Parricidio.--Carlos beija emfim a mão a Fr. Diniz e abraça a pobre da avó. 87
Capitulo XXXVI—Que não se acabou a historia de Joanninha.--Processo ao coração de Carlos.--Immoralidade.--Defeito de organização não é immoralidade.--Horror, horror, maldicção!--Um barão que não pertence á familia lineana dos barões propriamente dittos.--Porta de Atamarma.--Senatus consulto santareno.--Nossa Senhora da Victoria afforada.--Threnos sôbre Santarem. 99
Capitulo XXXVII—A Graça e sua bella fachada gothica.--Sepultura de Pedr'alvares Cabral.--Outro barão que não é dos assignalados.--Egreja do Sancto-milagre.--Bellos medalhões mosarabes.--De como, chegando o prior e o juiz, houve o A. vista do Sancto-milagre, e com que solemnidades.--Monumento da muito alta e poderosa princeza a infanta D. Maria da Assumpção.--Casa onde succedeu o milagre convertida em capella de stylo philippino.--O homem das botas, e o que tem elle que haver com o Sancto-milagre de Santarem.--Admiravel e graciosa esperteza da regencia do Rocio.--Aaroun-el-Arraschid: e theoria dos governos folgasões, os melhores governos possiveis.--Volta o paladio scalabitano de Lisboa para Santarem. 111
Capitulo XXXVIII—Jantar nos reaes paços de Affonso Henriques.--Sautés e salmis.--Desce o A. á Ribeira de Santarem em busca da tenda do Alfageme.--A espada do Condestavel.--Desappontamento.--O salão elegante. Dissipam-se as ideas archeologicas. Os fosseis. Tudo melhor quando visto de longe.--O baile público.--Soirée de piano obrigado.--Theatro. Desaffinações da prima-dona.--Syphlis incuravel das traducções. Destempêro dos originaes.--A xácara de rigor, o subterraneo e o cemiterio.--Sublime gallimathias do ridiculo.--A bella e necessaria palavra 'gallimathias.'--Se as saudades matam.--Perigo de applicar o scalpello ou a lente ao mais perfeito das coisas humanas.--De como a logica é a mais perniciosa de todas as incoherencias. 121
Capitulo XXXIX—Processo de scepticismo em que está o auctor.--Moralistas de requiem.--O maior sonho d'esta vida, a logica.--Differença do poeta ao philosopho.--O coração de Horacio.--O collegio de Santarem.--Jesuitas e templarios.--O alliado natural dos reis:--'Ficar na gazeta' phrase muito mais exacta hoje do que 'Ficar no tinteiro'.--San'Frei Gil e o Doutor Fausto.--De como o A. foi ao tumulo do sancto bruxo e o achou vazio.--Quem o roubaria? 131
Capitulo XL—As Claras.--Aventura nocturna.--Se as freiras mettem medo aos liberaes? O Psalmo.--Tres frades.--Práctica do franciscano.--O corpo de San' Fr. Gil.--Que se hade fazer das freiras?--Mal do govêrno que deixar comer mais aos barões. 141
Capitulo XLI—O roubador do corpo do sancto descuberto pela arguta prespicacia do leitor benevolo.--Grande lacuna na nossa historia.--Porque se não preenche?--Página preta na historia de Tristam Shandy.--Novellas e romances, livros insignificantes.--O adro de San'Francisco e as suas acacias.--Que será feito de Joanninha?--O peito da mulher do norte.--Vamos embora: ja me infada Santarem e as suas ruinas.--A corneta do soldado e a trombeta do juizo final.--Eheu, Portugal, eheu! 151
Capitulo XLII—Protesto do auctor.--Desaffinação dos nervos.--O que é preciso para que as ruinas sejam solemnes e sublimes.--Que Deus está no Colliseu assim como em San'Pedro.--Quer-se o auctor ir embora de Santarem.--Como, sem ver o tumulo d'elrei D. Fernando?--Em que estado se acha este.--Exemplar de stylo byzantino.--Coroa real sôbre a caveira.--O rei d'espadas e o symbolo do imperio.--Quem nunca viu o rei cuida que é de oiro.--Brutalidades da soldadesca n'um tumulo real.--O que se acha nas sepulturas dos reis.--A phrenologia.--Vindicta pública, tardia mas ultrajante.--Camões e Duarte Pacheco.--A sombra falsa da religião.--Regimen dos barões e da materia.--A prosa e a poesia do povo.--Synthese e anályse.--O senso íntimo.--Se o auctor é demagogo ou Jesuita?--Jesu Christo e os barões. 157
Capitulo XLIII—Partida de Santarem.--Pinacotheca.--Impaciencia e saudades.--Sexta-feira.--Martyrio obscuro.--A figura do peccado.--Estamos no valle outra vez.--Evocação de incanto.--A irman Francisca e Fr. Diniz.--A teia de Penelope.--E Joanninha?--Joanninha está no ceo.--A mulher morta a dobar esperando que a interrem.--A esperança, virtude do christianismo.--Uma carta. 167
Capitulo XLIV—Carta de Carlos a Joanninha. 177
Capitulo XLV—Carta de Carlos a Joanninha: continúa. 187
Capitulo XLVI—Carta de Carlos a Joanninha: continúa. 195
Capitulo XLVII—Carta de Carlos a Joanninha: continúa. 207
Capitulo XLVIII—Carta de Carlos a Joanninha: continúa. 215
Capitulo XLIX—De como Carlos se fez barão.--Fim da historia da Joanninha.--Georgina abbadessa.--Juiso de Fr. Diniz sôbre a questão dos frades e dos barões.--Que não póde tornar a ser o que foi, mas muito menos póde ser o que é? O que hade ser, Deus o sabe e proverá.--Vai o A. dormir ao Cartaxo.--Sonho que ahi tem.--Volta a Lisboa.--Caminhos de ferro e de papel.--Conclusão da viagem e d'este livro. 227
Notas 237
Notas:
[1] Transcrevemos aqui o original allemão, para se avaliar o que fica ditto no texto.
Ihr naht euch wieder, schwankende Gestalten,
Die früh sich einst dem trüben Blick gezeigt.
Versuch ich wohl euch diesmal fest zu halten?
Fühl' ich mein Herz noch jenem Wahn geneigt?
Ihr drängt euch zu! nun gut, so mögt ihr walten
Wie ihr aus Dunst und Nebel um mich steigt;
Mein Busen fühlt sich jugendlich erschüttert
Vom Zauberhauch, der euren Zug umwittert.
Ihr bringt mit euch die Bilder froher Tage,
Und manche liebe Schatten steigen auf;
Gleich einer halbverklungen Sage
Commt erste Lieb' und Freundschaft mit herauf;
Der Schmerz wird neu, es wiederholt die klage
Des lebens labyrintisch irren Lauf,
Und nennt die Guten, die, um schöne Stunden
Vom Glück getäuscht, vor mir hinweggeschwunden
[2] Nas notas a Adozinda, vol. I do 'Romanceiro,' nota N, citei differentemente ésta copla pela imperfeita licção de um Ms. do Minho, unico que tinha á mão.
[3] Outra licção, e talvez melhor diz a coitada.
[4] Thomar.
[5] De frades e de freiras.
[6] Deus, venerunt gentes in hereditatem tuam. Ps. 78.
Lista de erros corrigidos
Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:
+----------+----------------------+----------------------+
| | Original | Correcção |
+----------+----------------------+----------------------+
|#pág. 2| et mos | est mos* |
|#pág. 5| Faltaffs | Falstaffs |
|#pág. 17| San'João-de-Alpiarça | San'João do Alporão* |
|#pág. 17| egrea | egreja* |
|#pág. 43| retiraam | retiraram |
|#pág. 50| recordam | memoram* |
|#pág. 62| stil | still* |
|#pág. 81| da intranhas | das intranhas |
|#pág. 99| Horor | Horror |
|#pág. 118| quelle | aquelle |
|#pág. 118| digno do ornar | digno de ornar |
|#pág. 119| LisboaTejo | Lisboa Tejo |
|#pág. 123| confrontar- algum | confrontar algum |
|#pág. 138| extistencia | existencia |
|#pág. 213| com com | com |
|#pág. 217| desdescrevi | descrevi |
|#pág. 218| ma curado | mal curado |
|#pág. 241| modernas | modernos |
|#pág. 241| Flastaff | Falstaff |
+----------+----------------------+----------------------+
- correcções feitas com base na errata do próprio livro.
Shakespeare, San' Thiago e Joanninha surgem neste livro como Shakspeare, San'Tiago e Joaninha respectivamente. Dada a repetitividade constante, decidi manter de acordo com o original.